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Se dependesse só dos dois, o relacionamento iria muito bem, obrigado. Mas ninguém vive numa redoma e, de vez em quando, palpites vindos de fora interferem, causando atritos. Saiba como driblar as saias-justas e ficar longe das desconfianças, brigas e crises de ciúme
Tem sogra que se mete na vida do filho ou gosta de criticar sua forma de educar as crianças. Procure mostrar a ela, por meio do diálogo, que ela já teve a chance de educar os próprios filhos da maneira que achou melhor e que agora é a sua vez de fazer o mesmo. Mostre-lhe que, na verdade, não existe certo ou errado, mas sim visões pessoais, de acordo com as experiências de cada um. Mas não entre em uma de “trocar farpas” com sua sogra, pois isso não contribuirá para nada.
Ter jogo de cintura é uma habilidade que algumas pessoas possuem. A família dele fala, e você ouve, parece que está concordando com ela e não faz nada do que foi dito. Isso é falsidade? Não. Significa apenas que você não se estressa nem cria confusão. É uma atitude inteligente agir assim, mas é uma habilidade que poucas pessoas têm. Vale a pena aperfeiçoá-la.
Algumas pessoas inseguras “se abrem” demais ao falar sobre suas vidas, pedem conselhos e isso dá margem para que outras deem palpites. Esse comportamento obviamente não deve agradar ao seu companheiro, portanto comece a falar menos de sua vida e busque preservar-se mais. Decida o que quer, sem contar tanto com opiniões alheias.
Às vezes, você e o seu companheiro, quando ouvem um palpite de suas famílias, querem fazer valer sua vontade e assumem comportamentos que parecem simples “birras”. Mostrar força na hora das interferências não resolve. A opinião externa, em alguns momentos, pode até ser algo interessante que algumas pessoas deixam de ouvir por teimosia.
Ter firmeza em suas posturas é também um excelente facilitador na hora de estabelecer limites, na medida em que ela representa o ponto de equilíbrio entre a passividade e a explosão.
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